Programação

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Programação2018-08-05T07:03:07+00:00
06/08 – Segunda-feira
11h – Credenciamento / Acesso ao público – 12h
14h30 – Abertura
Adm. Wagner Siqueira – Presidente do CFA
15h30 – O que se espera da Quarta Revolução Industrial: Torne-se um Revolucionário
Ronaldo Fragoso
Palestrante: Ronaldo Fragoso
Presidente de mesa – Adm. Ildemar Cassias Pereira (Conselheiro Federal pelo CRA-SC)

A Quarta Revolução Industrial afeta toda sociedade, não apenas o mundo produtivo. Novas relações são estabelecidas, o convívio homem-máquina é redesenhado, há disrupção nos processos de negócios e nas competências para o trabalho, as tecnologias se fundem, identidades se alteram, culturas se adaptam. Enfim, é impossível desconhecer ou subestimar seu impacto. Do ponto de vista do profissional de Administração ou Gestão, sua sobrevivência está vinculada a participar deste novo momento histórico.

16h30 – A reinvenção da Administração: Navegando no caos
Palestrante – Adm. Mauro Kreuz
Presidente de mesa – Adm. Wagner Victer (Secretário de Educação do RJ)

Seria ingenuidade pensar que os sistemas produtivos se adaptarão naturalmente ao mundo digital. Não são os processos tecnológicos que determinarão o futuro das organizações, mas a maneira como forem interpretados e utilizados. As mais resistentes perderão espaço, fecharão ou serão incorporadas por quem se antecipou, não importa o nível de tecnologia embarcada.

17h30 – Encerramento
07/08 – Terça-feira
10h – A incerteza veio para ficar: como conviver – Incerto, mas não indeciso
Palestrante – Dorival Donadão
Palestrante – José Ernesto Bologna
Presidente de mesa – Adm. Rogério Ramos (Diretor de Desenvolvimento Institucional do CFA )

Nada mais subjetivo que se falar em incerteza, que absorve dependência ao desconhecido, insegurança quanto ao futuro, algo como calmaria num oceano que pode se tornar revolto a qualquer momento. A incerteza, no entanto, pressupõe a adoção de princípios e ações que a tornem mais palatável e menos intimidadora. Compromissos futuros e, até mesmo, o sistema atual de valores devem ser repensados. O ponto crucial da incerteza não é achar que tudo mudará, mas como estaremos abertos à mudança, preservando o que julgamos essencial.

11h – Um outro mapa profissional: Reaprendendo a nadar
Palestrante – José Augusto L. Figueiredo
Presidente de mesa – Adm. Samuel Melo (Presidente do CRA-MA)

O mundo digital é interfacetado quanto às competências que exige em sua dinâmica operacional. Além de conhecimentos básicos, cada vez mais horizontalizados, as especializações se espalham. Exigem, ao mesmo tempo, habilidades específicas no nível individual e disposição colaborativa. Os avanços científicos e culturais pedem renovação constante. Espera-se uma outra identidade profissional, despida de reservas de mercado.

11h – Painel Paralelo – Para onde vai a consultoria organizacional
Palestrante – Luiz Affonso Romano
Palestrante – Orlando Pavani
Moderador – Luiz Augusto Costa Leite (Consultor técnico do XXVI ENBRA)

A Consultoria Organizacional requer exigências que se acentuam na Indústria 4.0, onde tudo é mutável e praticamente imprevisível. Você está preparado?

Palestrante – Profª Paula Oliveira
Palestrante – Samir Carvalho Moyses
14h – Por que a inovação é o mantra: Conflito é bom
Palestrante – Elaine Tavares
Presidente de mesa – Adm. Leocir Dal Pai (Presidente do CRA-RJ)

Inovar é dogma do novo capitalismo. Economias não serão ativadas e trabalhos gerados caso o modelo mental de manutenção das conquistas obtidas predomine no mundo produtivo. Não se trata de um tipo de inovação, mas de inovações em todos os campos.

14h – Painel Paralelo – Tecnologia e inovação na gestão Municipal
Palestrante – Cristina Barattta
Palestrante – Junior Salviatto
Palestrante – Alexandre Cardeman
Moderador – Paulo Timm (Superintendente Geral do IBAM)

A tecnologia digital é parte fundamental da Gestão Pública. Cabe ao profissional da Administração capacitar-se para compreender e se adaptar a esse novo contexto.

15h – Novos padrões de produtividade: Três em um: o que conta nas entregas
Palestrante – Paulo Faveret
Presidente de mesa – Porfª Paula Oliveira (Diretora de Projetos da FDC)

Obter resultados é o objetivo de qualquer organização. A produtividade é a mola mestra do desempenho. Há formulações, no mais de vezes economicistas, onde é medida pelo resultado entre input, processo e output. Todos estes três elementos passam por grandes transformações conceituais e práticas na sociedade pós-industrial. O resultado do ano é representado por diversos tipos de produtividade, desde as intervenções humanas até o que é considerado como valor pela sociedade consumidora de bens e serviços, bem como demais partes interessadas. Está na hora de mudar os indicadores.

16h30 – Além do Humano? Construindo o próprio caminho
Palestrante – Vicky Bloch
Presidente de mesa – Paulo Sardinha (Presidente da ABRH Rio)

No meio de tanta transformação está o ser humano: criador e criatura; produtor e consumidor; líder e seguidor; crente e pregador; curador e paciente; protagonista de si mesmo e eco do discurso alheio; eterno aprendiz e detentor do conhecimento tácito. Não se espera que o ser humano seja peça figurativa subordinada ao diálogo entre máquinas e processos tecnológicos. Para tanto, precisa de reconfigurar, adaptando-se às novas circunstâncias, em especial no que toca à aprendizagem permanente sobre todos os setores de sua vida, inclusive aplicando a ciência nova na exploração de seus potenciais.

17h30 – Encerramento
08/08 – Quarta-feira
10h – Governança na organização digital: De conformidade para agilidade
Palestrante – Clemente Nóbrega
Presidente de mesa – André Saoncela (Diretor de Relações Internacionais do CFA​)

Disrupção e agilidade são determinantes na remodelagem de uma organização da era digital. Isto supõe que acionistas e dirigentes adotem modelos de cultura que absorvam o digital como inerente ao próprio pensamento organizacional. Aí incluídas estão as preocupações de como novas tecnologias afetam o mercado de trabalho, assim como a absorção da crescente influência das ciências comportamentais. Construir um novo futuro não significa abastardar o passado, mas ter agilidade para mudar.

11h – As tecnologias da ética: Não delegue para terceiros
Palestrante – Antônio Carlos A. Teles
Palestrante – Fernando Yarussi
Palestrante – Rogeria Gieremek
Presidente de mesa – Edmundo Maia de Oliveira Ribeiro (Prof. da FGV Projetos)

A transparência da ética tem pelo menos dois sentidos. O primeiro vem das práticas de comportamentos claros ao entendimento da sociedade quanto à correção nos relacionamentos. O novo fluxo da informação não permite que as organizações se protejam através de bloqueios tecnológicos escusos, pois o digital prescreve liberdade e tem meios para protegê-la. O segundo sentido é embutir a ética nos próprios meios tecnológicos, o que protege as pessoas do envolvimento tácito em decisões que escapem ao seu melhor juízo. Não é o compliance que garante a ética no mundo digital e sim os bloqueios naturais inseridos nas maneiras de agir, de modo a não as contradizer as maneiras proclamadas de ser. Mais do que qualquer outro tipo de organização convencional, a digital é determinada pelos valores que a justificam perante a sociedade.

12h – Encerramento
Adm. Leocir Dal Pai – Presidente do CRA-RJ
Adm. Wagner Siqueira – Presidente do CFA